domingo, 29 de outubro de 2023

Vasco da Gama e a descoberta do caminho marítimo para a Índia

Olá a todos escrevi mais um e-book que se refere à descoberta do caminho maritimo para a Índia, pelo navegador e explorador português Vasco da Gama no reinado de D. Manuel I. Aborda também todo o percurso que Portugal teve de fazer para alcançar a longínqua terra das especiarias, e refere algumas histórias verídicas desse tempo que envolve Reis, Rainhas, o povo a arraia miúda que ficaram esquecidas no tempo mas que de vez enquanto convém relembrar. Tudo isto e muito mais neste e-book que podem adquirir se clicarem neste link. Clique Aqui




domingo, 1 de outubro de 2023

A descoberta do caminho marítimo para a India

 Neste momento já posso anunciar que em breve vou lançar mais um e-book, na plataforma da Amazon. Este livro é sobre o navegador Vasco da Gama e a descoberta do caminho marítimo para a India. Refere as três viagens que o navegador fez ao Indico. Quais as motivações do monarca D. Manuel I? Porque Portugal teve de esperar oitenta anos para conseguir alcançar a India? Porque foi escolhido Vasco da Gama um homem de Sines, para líder da armada? O trajeto descoberto era a melhor rota para alcançar os mares da Índia? Tudo isto e muito mais neste e-book onde poderão também adquirir o livro físico. Brevemente vou colocar aqui o link para vos direcionar para a página da Amazon. 

Cumprimentos a todos 

Miguel Lopes   




sexta-feira, 25 de novembro de 2022

A descoberta do Brasil


Olá a todos neste momento já está está à venda a Descoberta do Brasil toda a verdade revelada. Relembro que descobri evidências que a descoberta do Brasil não foi por acaso e apresento provas.
Esta provas são documentais e estão disponíveis para poderem ser analisadas e comentadas, a história diz - nos que foi um temporal que terá empurrado a frota de Pedro Álvares Cabral para a América na minha opinião isso não está correto Cabral tinha duas missões uma controlar o comércio das especiarias na Índia o outro revindicar para Portugal a América portuguesa.
Tudo isto e muito mais neste meu e-book que poderá ser adquirido na plataforma da Amazon, deixo aqui um link para o poderem adquirir.https://www.amazon.com.br/dp/B0BNCJ2ZHD

Um abraço
a todos!

domingo, 6 de novembro de 2022

A descoberta do Brasil

Olá a todos o meu e-book sobre a descoberta do Brasil está pronto e será lançado ainda este mês de Novembro. Relembro que descobri evidências que a descoberta do Brasil não foi por acaso e apresento provas.
Esta provas são documentais e estão disponíveis para poderem ser analisadas e comentadas, a história diz - nos que foi um temporal que terá empurrado a frota de Pedro Álvares Cabral para a América na minha opinião isso não está correto Cabral tinha duas missões uma controlar o comércio das especiarias na Índia o outro revindicar para Portugal a América portuguesa.
Tudo isto e muito mais neste meu e-book que também poderá ser adquirido como livro físico na plataforma da Amazon, depois vou colocar aqui o link para o poderem adquirir.
Um abraço
a todos!

sábado, 22 de outubro de 2022

A descoberta do Brasil toda a verdade revelada

Olá a todos em breve vou colocar à vossa disposição mais um e-book mas neste caso, podem comprar o livro físico, este livro fala sobre a descoberta do Brasil toda a verdade revelada. O livro está pronto estou apenas a rever o texto e também a finalizar a capa.
Imagem do monte - Pascoal Brasil 1640.

Este livro desvenda vários mistérios relacionados com esta descoberta e que serão revelados nas páginas desta obra. Terá havido ou não um temporal que desviou a frota de Pedro Álvares Cabral do seu objetivo inicial a Índia, se não houve essa tempestade porque foi inventada essa falácia. Tudo isto e muito mais num livro cujo lançamento está previsto para os finais de Novembro inicio de Dezembro.

quarta-feira, 12 de outubro de 2022

Afonso de Albuquerque

Afonso de Albuquerque cognominado o grande, o César do oriente, o leão dos mares, foi um fidalgo e militar português e Vice - Rei da Índia. (1509 - 1515). A sua primeira viagem à índia foi em 6 de Abril de 1503 com o seu primo Francisco de Albuquerque numa armada aonde também seguiram Duarte Pacheco Pereia e Duarte Coelho. Participaram em várias batalhas em Calecute para assegurarem a segurança do raja de Cochim. 

Em 1506 Afonso de Albuquerque parte para a Índia consigo levava uma carta para o Vice - Rei D. Francisco de Almeida que dizia que iria ser substituído por Afonso. Francisco não gostou e não acatou a ordem de imediato afirmando que queria vingar o desaparecimento do seu filho em Miroçem. 

Afonso de Albuquerque
Afonso percebeu que era melhor não confrontar Francisco e foi para Cochim esperar pelas ordens do Rei.

A 4 de Novembro Afonso de Albuquerque assume o cargo de Vice -Rei aonde ficaria de 1509 a 1515.  Prosseguiu com o seu plano de construir fortalezas, para que assim pudesse controlar toda aquela região e dominar o mundo hindu e muçulmano. Plano rejeitado por Francisco de Almeida e pelos seus capitães por considerarem não ter condições para as manter. Em 1510 conquista Goa que era considerado o melhor posto comercial daquela região e em 1511 avança para Calecute unindo forças com Diogo Mendes de Vasconcelos. Malaca é conquistada e ocupada pelos portugueses que tiveram acesso a um tesouro fabuloso que seria transportado pela mítica Flor de la mar, uma nau que ficará famosa por ter transportado o tesouro de Malaca, que consistia em 200 cofres cheios de pedras preciosas e 30 toneladas de ouro. Na viagem para Lisboa a nau já um pouco envelhecida tanto é que havia marinheiro que recusavam navegar na Flor afundou no mar de Goa, com o seu tesouro sendo ainda nos nossos dias procurada por caçadores de tesouros. A partir de Malaca Afonso fez vários esforços diplomáticos enviando em 1511 diplomatas a Pegu, Sião e Sumatra. Em 1512 uma armada foi incumbida de fazer uma viagem secreta para descobrir as "ilhas das especiarias" a que os portugueses deram mais tarde o nome de "malucas" que mais tarde deu Molucas. Mas malucas porquê? Porque os portugueses ao guiarem - se pelas bussolas reparam que a agulha desse vetusto instrumento mudava constantemente de posição nessa zona e por essa razão davam - lhe o nome de malucas, essa região é a atual Indonésia. Em 1513 o Vice - Rei ordena  uma expedição diplomática a território chinês. 

O que foi conseguido quando Jorge Álvares aportou na Ilha de Lintin no delta do Rio das pérolas. Mais tarde Rafael Perestrelo chegaria a Cantão começando Portugal a negociar diretamente com  a dinastia Ming. Em 1514 Afonso decidiu fazer as pazes com Calecute embelezar a cidade de Goa e promover o casamento de portugueses com nativas e proibir alguns costumes como por exemplo, o uso do Sati e a emolução das viúvas. Nesse ano Afonso enviou um rinoceronte indiano a D. Manuel I e outros presentes que depois seriam enviados ao papa Leão X causando grande admiração na Europa.

O famoso pintor alemão Albrecht Durer depois faria uma  famosa xilografia que denominou o rinoceronte de Durer baseado em relatos. Em 1515 Afonso de Albuquerque o leão dos mares seria substituído por Lopo Soares de Albergaria como Vice - Rei da Índia.   



quinta-feira, 18 de agosto de 2022

Diogo cão

Navegador Diogo Cão

Foi um navegador português não se conhece com toda a propriedade a data em que nasceu mas pensasse que terá sido na década de 1440. Era filho de Álvaro Fernandes fidalgo da casa real. Alguns historiadores referem que terá nascido em Vila Real. Conhecia as artes de navegar por essa razão poderá nos primeiros anos da sua vida adulta ter se dedicado ao corso. É quase certo que terá navegado pela rota da Mina explorando assim o golfo da Guiné. Escudeiro da casa real do Rei D. João II, prosseguiu os descobrimentos que o infante D. Henrique terá ordenado no seculo XV e realizou várias viagens de descobrimento à costa africana  entre 1482 e 1486. A sua intenção primordial seria descobrir a ligação entre o oceano Atlântico e  o Indico. Conseguiu alcançar a foz do rio Zaire escrevendo vários dizeres numa pedra nas cataratas de Lelala perto de Mataki.  

Tradução da pedra de Lelala 

A inscrição diz o seguinte:

Aqy chegaram os na

vios do esclaricydo

Rey dom Joam ho se

gº de Portugall: Dº Caão

Pº Ãns Pº da Costa

(Aqui chegaram os navios do esclarecido rei Dom João II de Portugal - Diogo Cão, Pero Anes, Pero da Costa).

Por outro lado, quando chegou à foz do rio Zaire, o navegador pensava ter alcançado o ponto mais a sul de África mas estava enganado, o cabo das tormentas estava mais para Sul,  seria depois dobrado por  Bartolomeu Dias em 1488 e rebatizado pelo Rei para cabo da boa esperança. O navegador português estabeleceu as primeiras relações com o Rei do Congo. E os padrões que eram de madeira e assinalavam a presença portuguesa nas zonas descobertas com este navegador passaram a ser de pedra. Em 1485 alcançou a Namíbia na costa sul de África. 

 

Escudo Diogo Cão

Teve mercê de armas novas em 14 de Abril de 1484 as armas que lhe foram concedidas são: verdes com duas colunas de prata, rematadas por uma cruz e firmadas entre dois montes, moventes sobre um terreiro tudo de sua cor, as duas colunas do escudo passadas em aspa e atadas de verde como  se pode observar  nas armas de Diogo Cão no livro do Armeiro - mor.  Não se sabe em que data terá morrido mas deixou descendência.  




terça-feira, 9 de agosto de 2022

Pedro Álvares Cabral e a descoberta do Brasil


Pedro Alvares Cabral foi um nobre explorador e comandante de navios português Belmonte - 1467 Santarém - 1520 destacou - se por ter descoberto terras no continente sul - americano, reivindicando - as depois para Portugal durante o reinado do Rei D. Manuel I. Tendo em consideração que ficavam dentro da zona definida para Portugal no Tratado de Tordesilhas. A frota que fez este descobrimento era constituída por treze navios,  nove naus, três caravelas e um navio de mantimentos. A esquadra zarpou a 9 de março de 1500 a tripulação era composta por mil e quinhentos homens. Por alguma razão ainda por definir a esquadra de Cabral cujo destino primordial era a Índia desviou - se da rota por alturas de África e seguindo sempre para oeste a 22 de Abril de 1500 avistou terras, quarenta e quatro e dias depois de saírem da capital portuguesa,  primeiro pensaram que se tratava de uma ilha e deram - lhe o nome de Vera Cruz (a verdadeira cruz) depois aperceberam - se que era um continente. Estas terras seriam depois renomeadas para Brasil, porque nesta região havia muita madeira exótica de nome pau Brasil. 

Neste descobrimento participou Pero Vaz de Caminha que escreveu uma carta ao Rei informando - o das terras que descobriram e assim como das pessoas (Índios) que nesta habitavam. Um dos navios regressou a Lisboa com informações sobre esse descobrimento ou achamento. Depois da descoberta as embarcações restantes dirigiram - se para a India para fazer negócio, procuravam as especiarias que nesse tempo constituíam um dos comércios mais lucrativos que se podia fazer. 

A frota no meio da viagem foi surpreendida por uma forte tempestade e perderam - se sete navios. Os restantes conseguiram alcançar Calecute na índia. Foi estabelecida nessa cidade uma feitoria portuguesa mas muçulmanos e hindus desconfiaram que os portugueses queriam ficar com o negócio das especiarias e atacaram a feitoria matando vários cidadãos lusos. 

A frota de Cabral bombardeou Calecute com as suas famosas bombardas como retaliação dirigindo - se depois para Cochim outra cidade Indiana. Nesta povoação os negócios correram melhor permitindo ao comandante carregar as embarcações com as valiosas especiarias. A frota regressou a Lisboa em  21 de Julho de 1501 apartando no porto do Restelo. Podemos concluir que foi uma viagem de sucesso porque o Brasil foi descoberto e as especiarias garantiram grandes proveitos para a coroa portuguesa. Por razões que os historiadores só podem especular, Cabral não voltou a ser solicitado para comandar navios em outras viagens à Índia, talvez porque na metrópole esperava - se que este tivesse sido mais duro com os indianos, para garantir o monopólio do comércio das especiarias para o reino de Portugal.               



sábado, 22 de janeiro de 2022

D. Vasco da Gama


D. Vasco da Gama nasceu em Sines em 1469 era filho de Estevão da Gama cavaleiro da casa de D. Fernando e nomeado por este alcaide-mor de Sines e D. Isabel Sodré. Vasco da Gama é referido em alguns documentos da época como ,por exemplo, quando D. João II em 1492  pede - lhe para ir a Setúbal e ao Algarve para realizar uma expedição punitiva contra navios franceses que amiúde atacavam barcos portugueses para se apoderarem da carga. O futuro Almirante assim fez cumprindo a sua missão, segundo rezam as crónicas de uma maneira implacável e determinada ficando muito bem visto aos olhos do Rei. Segundo alguns historiadores terá estudado ciência náutica e matemática com Abraão Zacuto um astrónomo e matemático de origem judaica que inventou as tabuas de declinação do Sol,  cálculos muito importantes para se conseguir viajar pelos astros em alto mar.   Em 1497 vai realizar uma notável viagem a 8 de Junho parte numa armada constituída por três navios S. Rafael comandada  pelo seu irmão Paulo da Gama, S. Gabriel liderada por Vasco da Gama e Bérrio que  tinha este nome por Manuel de Bérrio ter oferecido esta nau ao D. Manuel I. comandada por Nicolau Coelho. Depois de uma procissão  que contou com o monarca D. Manuel I à beira do Tejo e com uma população em delírio.  Os navios partiram para a viagem mais longa que o diâmetro do equador,  quando se encontrava perto do cabo da boa esperança "guinou" para ocidente não se sabe bem porquê talvez para apanhar ventos favoráveis que lhe permitisse ultrapassar o cabo. Não sabemos ao certo porque o diário desta viagem atribuído a Álvaro Velho que referia este acontecimento, foi danificado, alguém terá  rasgado as folhas enviando para  o esquecimento  o porquê da frota ter permanecido três meses neste local. A armada continuou e já depois de ter ultrapassado o cabo parou em Melinde no Quénia. Foram raptados dois muçulmanos um deles fugiu o outro foi forçado a revelar o caminho marítimo para a Índia. A frota depois de cruzar ventos e marés alcançou Calecute em 1498. Vasco da Gama é recebido pelo Samorim, nome que se dava ao monarca indiano, e pelo o seu séquito onde estavam alguns muçulmanos que o olharam desconfiados, porque se aperceberam que o que os portugueses queriam era o negócio mais valioso que existia na índia o comércio das especiarias. Foram oferecidos ao monarca indiano vários presentes que consistiam em vários objetos de latão e azeite já um pouco rançoso que o Samorim desprezou. Foi também entregue ao monarca um missiva do Rei D. Manuel I.  Vasco da Gama deixou alguns portugueses na Índia para construírem uma feitoria e deu por terminada a sua missão regressando a Lisboa em 1499. Foi promovido a Almirante e coberto de riquezas e propriedades regressando à Índia mais duas vezes em 1502 e 1524 onde morreria nesse mesmo ano aos 55 anos. O legado de Vasco da Gama foi enorme permitindo ao reino de Portugal durante cem anos ter o monopólio do comércio das especiarias abrindo também caminho ,por exemplo, para a descoberta do Japão em 1443.            

       

quarta-feira, 12 de janeiro de 2022

Os barcos Shuinsen

                  

Na construção naval ficou famoso o barco shuinsen (literalmente navio de selo vermelho), estes navios faziam comércio entre o Japão e território chinês navegando com uma licença de selo vermelho passada pelo xogum Tokuwara senhor feudal, na primeira metade do século XVII e são claramente de inspiração portuguesa com três mastros, castelo e bocas de fogo conhecido vulgarmente por canhões. Este foi mais um legado que os portugueses deixaram no Japão no tempo dos descobrimentos, tudo isto e muito mais neste e-book "A descoberta do Japão" se quiser pode adquiri - lo  ou ler com o aplicativo Kindle clique AQUI para aceder ao link. 

                                             

     Barco Shuinsen - Século XVII


terça-feira, 4 de janeiro de 2022

A descoberta do Japão já está disponível

Olá a Descoberta do Japão já esta disponível!

O livro refere - se à descoberta do Japão durante o século XVI, referindo também qual a herança que Portugal deixou em terras nipónicas, o que pensam os japoneses dos descobridores portugueses, responde também à questão: quem foram os primeiros europeus a chegarem ao Japão?. Se quiser adquirir o e-book clique neste link Aqui e será enviado para a loja virtual da Amazon.



sábado, 17 de abril de 2021

A teoria dos ciclos


 A teoria dos ciclos é uma teoria que já tem mais de vinte anos mas que estava na gaveta, resolvi publicá-la, porque considero que pode trazer algum novo às teorias que todos os dias nascem por esse mundo fora.  É uma teoria acessível para quem gosta de ler é sobre história da Arte. Quem ler esta teoria é porque tem um pensamento moderno e aberto a tudo o que é novo. Por outro lado se lerem esta teoria não vão olhar para a Arte Abstrata da mesma maneira. Já perguntou a si próprio porque é que a Arte ciclicamente entra na sua forma abstrata é uma das questões que esta teoria pretende responder para a adquirir clique AQUI ou leia gratuitamente utilizando a assinatura ilimitada da Kindle.     



quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

O priorado de Lisboa


Este ebook conta a história de Sandro Lomax e dos seus amigos historiadores. A história baseia - se num acontecimento que ficou na história que foi o naufrágio da mítica Flor de la Mar, e o que aconteceu ao seu tesouro que trazia nos seus porões. O que aconteceu a este tesouro é um segredo muito bem guardado pelo "Priorado de Lisboa" que vai fazer tudo para que este permaneça oculto. O Brasil terá sido descoberto em 1500 ou numa data anterior?


O Priorado de Lisboa



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Nota  - Se tiver alguma dúvida entre em contrato comigo, utilizando o formulário obrigado. 

quinta-feira, 18 de junho de 2020

Fernão de Magalhães navegador, soldado e missionário

O soldado e navegador Fernão de Magalhães foi o primeiro homem a fazer a circum - navegação do planeta terra, nas Filipinas foi também missionário baptizou e converteu milhares de pessoas ao cristianismo e acreditou em certo momento que era milagreiro e que conseguia curar os doentes entre os quais estava um príncipe filipino tudo isto e muito mais neste ebook que pode comprar clicando neste link
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domingo, 31 de maio de 2020

Os cinco gloriosos feitos de Fernão de Magalhães soldado e navegador português




Foi o primeiro homem  a circum-navegar o planeta terra, descobriu o estreito de Magalhães que tem o seu nome, primeiro europeu a pisar a Patagónia (América do sul) ao qual deu o nome, primeiro homem a observar a nebulosa de Magalhães, deu o nome ao oceano pacifico, existe um pinguim que tem o seu nome o pinguim de Magalhães  também foi capitão - general de uma frota marítima, primeiro homem a alcançar as Filipinas. Inspirou o nascimento da Igreja católica nas Filipinas, a sua viagem provou que a terra era redonda, tudo isto e muito mais neste ebook que pode comprar se clicar neste link https://www.amazon.com/Fern%C3%A3o-Magalh%C3%A3es-primeiro-homem-volta-ebook/dp/B07VT7JJHS

sábado, 3 de agosto de 2019

Fernão Magalhães o primeiro homem a dar a volta ao mundo


Olá a todos o meu nome é Dr Miguel Lopes sou professor de história do ensino básico e secundário,  sou licenciado em História,  mestre em ensino de história e doutorando em história dos descobrimentos e da expansão portuguesa, depois de dez anos de estudo e mais de cem livros consultados, neste momento publiquei na  Kindle store da Amazon um ebook,  que  prova que o navegador português Fernão de Magalhães foi o primeiro homem a circum-navegar o mundo. Por outro lado também descodifiquei a assinatura de Cristóvão Colombo e a sua nacionalidade, havia algum português a bordo na primeira viagem de Colombo? Tudo isto e muito mais neste ebook que podem comprar na  Kindle store  da Amazon.

Promoção  - 3.99 euros.



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Nota  - Se tiver alguma dúvida entre em contrato comigo, utilizando o formulário obrigado. 


 

domingo, 28 de julho de 2019

O metereoscópio ou esfera armilar

O  meteoroscópio foi inventado por Johannes Muller de Conisberga, embora alguns investigadores refiram que Muller só o aperfeiçoou. Na China século I A.C na dinastia Han já se conhecia a esfera armilar, nessa época o astrónomo Zhang Heng considerado a primeira pessoa a usar engrenagens e mecanismos de articulação no eixo da esfera armilar  para reproduzir os movimentos da mecânica  celeste para fins didácticos. O meteoroscópio também é conhecido por esfera esfera armilar ou astrolábio esférico, este instrumento era aplicado na navegação astronómica e consistia na  representação de um modelo reduzido do cosmos. Os historiadores defendem que foi desenvolvido ao longo do tempo recorrendo - se a observações minuciosas do movimento aparente dos astros em torno da terra. O grande anel exterior mostra  a escala de declinação das estrelas fixas na esfera celeste.
O esférico no centro da esfera armilar é a terra. A esfera é constituída por um conjunto de armilas (dai o nome armilar) nome que significa anéis, braceletes e argolas. Estas armilas indicam os principais círculos máximos  os pólos, os trópicos, os meridianos e o equador. A estes ainda era acrescentado uma banda diagonal inclinada 23,5 % entre trópicos revelando a direcção do Sol durante os 365 dias do ano. Aparece muito representado no gótico manuelino (tem o nome do Rei D. Manuel I porque foi no seu tempo que se desenvolveu este tipo de Arte) por vezes sozinha ou  juntamente com o brasão de armas, cruz de Cristo, a coroa portuguesa, e as armas de Portugal.  Exemplos do gótico manuelino Torre de Belém em Lisboa e convento Cristo em Tomar. 
Nesta imagem da janela do convento de Cristo em Tomar podemos ver duas esferas armilares canto superior direito e esquerdo, coroa real, cruz de Cristo, e brasão de armas de Portugal. Existe também alguns motivos relacionados com o mar que são as cordas e elementos vegetais a lembrar algas e conchas. O estilo manuelino é também denominado gótico português tardio ou gótico flamejante é um estilo decorativo, escultórico e de Arte móvel que se desenvolveu como já dissemos no reinado de D. Manuel I, embora alguns historiadores refiram já existia desde o tempo de D. João II. Estes dois Reis foram personagens essenciais no desenvolvimento do Império marítimo português. A esfera armilar era usada como um almanaque náutico,  usava o Sol do meio dia como referencia das estrelas que surgem e se põem no horizonte no entardecer e no alvorecer conferindo - se a altura do Sol com a posição da estrela polar era possível saber - se a data aproximada. A finalidade da esfera armilar era de projectar os planos de inclinação nas coordenadas da esfera superior podia ser usada também para interpelar as horas directamente segundo a posição da ursa menor. A esfera armilar tinha então de ser usada de noite, fixa a um altar onde se pudesse observar o pólo celeste, a inclinação do eixo devia ser igual há latitude do local,i,é paralela ao prolongamento do eixo da terra em direcção ao pólo Celeste. No século  XIV nobres, navegadores  e cosmógrafos a partir da esfera armilar desenvolveram instrumentos mais reduzidos para a interpelação das horas que se fazia usando a Estela Kochab na constelação da ursa menor e  a posição do Sol.   

sexta-feira, 26 de julho de 2019

O tratado de Tordesilhas


O tratado de Tordesilhas


O tratado de Alcáçovas 1479 foi assinado pelos Reis Católicos Isabel e Fernando II de Aragão, e os Rei D. Afonso V, o africano, e o príncipe D. João II o príncipe perfeito, este tratado teve o condão de por um término na guerra de sucessão entre portugueses e espanhóis, esta parte do tratado é conhecido por terceiras de Moura, tendo Joana de Trastâmara,  pejorativamente conhecida por a Beltraneja, sobrinha e mulher do Rei Afonso V, abdicado de todos os seus títulos em Espanha. Joana era filha de Henrique IV de Castela e de Joana de Portugal, a corte espanhola afirmava que o Rei era homossexual e impotente,  logo diziam que Joana não podia ser filha do monarca e afirmavam a  pés juntos que era filha do nobre Beltran  de la cueva e dai a alcunha de “a Beltraneja”, este mesmo tratado reconhece também a posse (neste tempo ainda não se pode falar de soberania que é um conceito muito posterior)  de Portugal sobre a ilha dos Açores, Madeira, Cabo verde,  da Guiné, e da Costa da Mina e a Castela é lhe reconhecida a posse das ilhas Canárias.


Por outro lado, nenhum navio castelhano podia navegar abaixo do paralelo 27 e Portugal também tinha o exclusivo da conquista do reino de Fez (Marrocos). Este tratado muito vantajoso para os lusitanos vai ser posto em causa quando Cristóvão Cólon descobriu as Antilhas, em 1492, porque como os Reis espanhóis queriam ficar com as terras descobertas por Colon, quiseram mudar o tratado e Portugal anuiu.
O tratado foi então substituído por outro o tratado de Tordesilhas de 1494 legitimado pela bula Ea, quæ pro bono pacis do papa Júlio II de 1506 , porque quando Cristóvão Cólon descobriu as Antilhas o Rei D. João II percebeu que aquelas terras lhe pertenciam, pedindo a Cólon para entregar duas cartas escritas por si ao Reis de Castela, aonde perguntavam aos monarcas espanhóis o que faziam caravelas espanholas nas suas terras? E também referiria que ia mandar construir uma armada para não deixar passar nenhum navio espanhol em direcção as ilhas descobertas por Cólon, e perguntava El-Rei se já se tinham esquecido que Joana a Beltraneja estava num convento em Portugal? E se fosse preciso deixava - a partir para Espanha subentendendo - se que iria reivindicar o cetro espanhol. Os Reis e sobretudo a rainha devem ter ficado preocupados e então vão propor ao Rei João II um novo tratado, que ficara para a história com o nome de tratado de Tordesilhas.  Este dividia o mundo em dois numa primeira fase, uma linha que passava a 100 léguas de cabo verde para oriente pertencia a Portugal para ocidente pertencia a Espanha legitimada pelo papa Clemente V pela Bula Inter Coetera, D. João II não aceitou e fez uma contraproposta de 370 léguas, a oeste de Cabo verde o que foi aceite. Frei Bartolomeu de Las Casas que foi um dos biógrafos de Cristóvão Cólon refere que enquanto os espanhóis não estavam muito bem preparados para assinar um tratado de tamanha importância, refere que os portugueses estavam “preparadíssimos”, não podemos esquecer que os lusitanos começaram os descobrimentos em 1415 e sabiam muito bem que faziam, e por alguma razão faziam do segredo a alma do negócio. 
O que decorreu deste tratado foi o ressurgimento daquilo que os romanos chamavam mare clausum que significava que só Portugal podia navegar em certos mares, por exemplo, no Indico, se os navios de outras nações tivessem “cartazes” uma especei de salvos conduto que Portugal a troco de dinheiro disponibilizava a outras  nações, essas mesmas nações podiam assim velejar no Indico, por outro lado, também havia mare clausum no que diz respeito à Espanha aonde só podiam velejar barcos espanhóis, o tratado de Tordesilhas é logo posto em causa pelo Rei Francês Henrique IV que referiu logo na altura que “que não estava escrito em lado nenhum que Adão e Eva tenha dado a Portugal e Espanha o mar clausum.”. A consequência foi no imediato a França atacar amiúde a costa do Brasil.
Este tratado só iria ser posto verdadeiramente em causa pelos holandeses quando uma armada da companhia das Índias Holandesa recém-formada, capturou uma nau portuguesa a Santa Catarina, ao largo da Índia, os investidores da companhia não concordaram e ameaçaram retirar o apoio financeiro que davam à companhia holandesa.
A companhia foi então pedir ajuda a Hugo Grotius filosofo e escritor holandês, e pediram – lhe para escrever algo que se sobreposse - se ao tratado de Tordesilhas permitindo aos holandeses navegar no oriente, e assim Grotius escreveu mare libero que está na base do direito internacional. Como é referido no livro, 1494 o Tratado de Tordesilhas de Steven R. Bown.  Este tratado ainda ia durar mais alguns séculos, mas quando foi assinado o tratado de Madrid em 1750, em que Espanha reconhecia o tamanho do actual Brasil, Portugal ainda trocou a Guiné Equatorial que lhe pertencia pelo Uruguai, mas nunca conseguiu tomar posse dessas terras porque os espanhóis atravessavam o rio da prata atacando os portugueses, o tratado deixou de vigorar.








sexta-feira, 31 de maio de 2019

O tesouro dos templários

No século XIII em França os tempos corriam de feição aos templários ou cavaleiros do templo de Jerusalém como também eram conhecidos, esta ordem nasceu em 1118 e tem esse nome porque o local  onde se estabeleceram em Jerusalém foi no monte do templo onde existia o templo de Salomão , esta ordem  já tinha acumulado dividendos consideráveis, porque quem queria conhecer a Terra Santa (Jerusalém) pagava aos cavaleiros uma pequena comissão e  entregava lhes o seu dinheiro e quando chegavam há Terra Santa os cavaleiros entregavam - lhes o dinheiro menos a comissão.  Isto era uma maneira de os peregrinos não perderem as suas economias porque neste tempo havia muitos assaltos quando os peregrinos iam a pé da Europa a Jerusalém.
Os cavaleiros do templo tinham já um considerável pecúlio quando Filipe IV de França também conhecido como Filipe o Belo,  contraiu uma grande soma de dinheiro junto dos cavaleiros do templo. Este foi só um dos empréstimos que o Rei pediu aos templários. As dividas foram - se acumulando porque a França envolveu - se  em várias guerras, e era preciso comprar armas, e  pagar ao exercito.
E segundo rezam as crónicas como o Rei não tinha dinheiro para pagar aos cavaleiros decidiu acabar com a ordem dos cavaleiros do templo. Numa sexta - feira treze, dizem que é por causa disso que na Europa existe a tradição de ser um dia aziago.
Foram presos o mestre (Jacque de Molay)  e vários templários foram  sujeitos a um    julgamento em que foram acusados na cerimónia de iniciação da ordem de adorar o demónio e de submeterem os iniciados, a práticas  homossexuais (sodomia), os cavaleiros negaram todas estas acusações, mas depois de serem submetidos a tortura confessaram. Sabemos que estas acusações não tinham fundamento. A sentença foi cruel e condenaram - os  à fogueira, felizmente alguns destes cavaleiros conseguiram fugir antes de serem presos.
Aqui a lenda mistura - se com a realidade existe quem defenda que os cavaleiros do templo fugiram um pouco por toda a Europa, os casos mais célebres foram os que fugiram para a Escócia  e fundaram a maçonaria que depois se espalhou pelo vetusto continente.
E também houve alguns destes cavaleiros que vieram para Portugal. E trouxeram consigo algum do dinheiro amealhado pela ordem templária. E é a este dinheiro que os historiadores franceses chamam de "tesouro dos templários" que terá sido usado para fazer face às despesas  nos descobrimentos portugueses.
Verdade ou lenda?
Na nossa opinião não podemos negar algumas evidências primeiro é que a ordem dos templários veio para Portugal no tempo do Rei D. Dinis e construiu no século XIII entre outros o castelo de Tomar (também conhecida por terra templária) por outro lado o papa Clemente V extinguiu a ordem em 1314,  bula Calladis Serpentis  a pedido do Rei de França, mas D. Dinis que valorizava os feitos dos cavaleiros do templo na luta contra os mouros, em vez de dar ordem de expulsão aos templários mudou - lhes o nome para  ordem de Cristo. E dessa forma os templários puderam continuar em Portugal.
No século XV o Infante D. Henrique que  era filho de D. João I e D. Filipa de Lencastre filha do duque de Kent, deu um grande impulso aos descobrimentos portugueses, o infante era o mestre da ordem de Cristo "filha" da ordem dos templários, e qual era o símbolo dos templários?A cruz de Cristo que se pode observar nas velas das caravelas e naus portuguesas.
E  é por essa razão que alguns historiadores referem que o tesouro dos templários foi usado nos descobrimentos, na  nossa opinião foi isso que aconteceu é verdade mas de uma maneira indirecta. Os templários trouxeram o dinheiro para Portugal, investiram na compra de terras e moinhos que arrendaram aos camponeses  criaram castelos e fortalezas, combateram os mouros e foram compensados pelo Rei. A ordem de Cristo subsidiaria da ordem dos Templários investiu esse dinheiro nos descobrimentos logo o tesouro dos templários foi fundamental no inicio dos descobrimentos portugueses. Porque não podemos esquecer que para construir as caravelas,  equipar os navios pagar aos marinheiros era preciso avultados investimentos só possível se houvesse quem financiasse essa empreitada. Era necessário muitos maravedis e  ducados as moedas da época, o Infante que era o mestre dessa mesma ordem decidiu em boa hora  investir nos descobrimentos, porque acreditava que podia fazer bom negócio, para a sua pátria que precisava de cereais e de ouro para alavancar a economia perpetuando assim o símbolo a determinação e a coragem lendária  dos Templários.                 

Feliz Natal e próspero ano novo

miguel rosa lopes documenta historica deseja a todos os leitores deste blog: